Por esta causa, me ponho de joelhos, diante do Pai! Parte 2
Na segunda quinta-feira da série “Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai”, continuamos nossa reflexão em Efésios 3, olhando especialmente para a oração de Paulo pela igreja. Fomos conduzidos a refletir sobre a importância da comunhão, do encorajamento mútuo e de uma vida cristã sustentada pela Palavra e pela oração. Mais do que a posição física dos joelhos, aprendemos sobre a necessidade de um coração verdadeiramente rendido a Deus e de uma oração genuína, feita com fé, humildade e dependência do Pai.
9/12/20268 min read


"Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai.” — Efésios 3.14
2ª quinta-feira — Uma igreja unida diante do Pai
Dando continuidade à nossa série de encontros nas noites de quinta-feira, voltamos a Efésios 3 para prosseguir na reflexão sobre a oração de Paulo pela igreja.
Na primeira noite, fomos conduzidos a olhar para a oração como o caminho pelo qual nos aproximamos de Deus, reconhecendo nossa dependência e colocando diante dele as causas que carregamos. Nesta segunda noite, a reflexão avançou para uma dimensão igualmente importante: Paulo não estava orando apenas por si mesmo, mas pela igreja.
Efésios 3.1-21 nos apresenta Paulo como um homem que, mesmo enfrentando dificuldades, permanecia preocupado com o povo de Deus. Sua oração revela o coração de alguém que compreendia que a vida cristã não foi feita para ser vivida de maneira isolada.
Precisamos nos encorajar mutuamente. Precisamos caminhar juntos. E, quando existe disposição para ajudar e apoiar uns aos outros, a caminhada se torna mais suportável.
O Salmo 133.3 nos lembra da bênção que existe quando os irmãos vivem em união. A comunhão da igreja não é apenas uma convivência entre pessoas que frequentam o mesmo lugar. É uma realidade espiritual que deve ser cultivada por meio da Palavra, da oração, do encorajamento e do cuidado mútuo.
A oração e a Palavra caminham juntas
A carta aos Efésios apresenta de maneira muito forte a importância da união e da comunhão entre os cristãos. Paulo escreve a uma igreja e demonstra, por meio de sua oração, que aquilo que Deus está fazendo em cada indivíduo também possui relação com aquilo que Ele está fazendo em seu povo.
Por isso, não podemos separar a oração da Palavra.
A oração e a Palavra caminham juntas na vida do cristão. Precisamos conhecer aquilo que Deus revelou nas Escrituras e, ao mesmo tempo, levar diante dele nossas necessidades, nossas lutas, nossas causas e também as necessidades dos nossos irmãos.
Uma vida cristã saudável não pode ser sustentada apenas por conhecimento bíblico sem oração, nem por uma prática de oração desconectada da Palavra de Deus.
Precisamos de ambas.
A Palavra nos ensina quem Deus é, quais são os seus propósitos e como devemos viver. A oração nos leva a responder a Deus com dependência, confiança e submissão.
De joelhos diante do Pai
Quando Paulo declara: “Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai”, sua postura também chama nossa atenção.
O ato de se colocar de joelhos aparece em diferentes momentos das Escrituras. Encontramos pessoas se colocando diante de Deus em oração e reverência, como em 1 Reis 8.54, Atos 7.60, Ester 9.5, Salmos 95.6 e Daniel 6.10.
Entretanto, mais uma vez precisamos compreender que a questão não está simplesmente na posição física do corpo.
Podemos estar de joelhos e ter o coração distante de Deus. Da mesma maneira, alguém pode não ter condições de se ajoelhar fisicamente e, ainda assim, possuir um espírito completamente rendido ao Senhor.
O que realmente importa é a postura do coração.
Paulo se prostra de joelhos porque reconhece diante de quem está. Ele está diante do Pai. Sua postura exterior expressa uma realidade interior: humildade, reverência e dependência. Essa verdade continua falando conosco.
Deus não procura apenas pessoas que saibam falar sobre oração. Ele procura corações sinceros diante dele.
Uma oração genuína
A oração precisa ser genuína. Não se trata simplesmente de repetir palavras ou cumprir uma obrigação religiosa. Orar é colocar-se verdadeiramente diante de Deus. É apresentar a Ele aquilo que está no coração, reconhecer nossa dependência e confiar que Ele conhece perfeitamente nossas necessidades. Paulo nos apresenta um exemplo importante. Mesmo diante das circunstâncias que enfrentava, ele continuava olhando para a igreja e levando-a diante do Pai. Isso nos desafia a perguntar:
Temos levado nossos irmãos diante de Deus em oração?
Temos orado pela igreja?
Temos buscado encorajar aqueles que estão cansados?
Temos nos colocado à disposição para ajudar?
Temos entendido que a caminhada cristã não é individual, mas acontece em comunhão com o corpo de Cristo. A oração genuína também nos tira de nós mesmos. Ela nos ensina a olhar para o próximo, interceder por ele e desejar o seu crescimento espiritual.
Uma igreja que caminha unida
À medida que avançamos nesta série de encontros, somos lembrados de que colocar os joelhos diante do Pai não significa apenas apresentar nossas próprias causas. Também significa carregar em oração as causas da igreja. Precisamos orar uns pelos outros. Precisamos nos encorajar. Precisamos estar disponíveis para ajudar. Precisamos caminhar juntos, sustentados pela Palavra e pela oração. Quando a igreja aprende a buscar a Deus dessa maneira, a comunhão deixa de ser apenas uma palavra e passa a ser uma realidade vivida. Que Deus nos ensine a desenvolver uma vida de oração verdadeira e sincera. Que nossa oração não seja apenas uma prática, mas uma expressão genuína de um coração rendido ao Senhor. E que, ao continuarmos essa caminhada nas próximas quintas-feiras, sejamos cada vez mais conduzidos a compreender o privilégio de nos colocarmos diante do Pai — não apenas por nossas próprias causas, mas também pela igreja, pelos nossos irmãos e pelo avanço do Evangelho.
“Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai.”
Que essa Palavra continue produzindo em nós uma igreja mais unida, mais dependente de Deus e mais comprometida com a oração e com a Sua Palavra.
Depoimentos da segunda quinta-feira
Sonia Maria
A Palavra de Deus, ela é atualizada a cada dia, a cada instante, a cada leitura, a cada mover do Espírito, a cada agir de Deus. Ela se renova. Ela fala com cada um diferenciado. O Senhor, Ele age ali no mistério. O Senhor é um mistério. Quando esse estudo que o pastor está dando, “Por esta causa”, me ponho de joelhos diante do Pai. Oh, glória! Eu vou dizer uma coisa para você: é maravilhoso isso, porque às vezes nós estamos tão na nossa vida, pedimos tanta oração, tanta, para nós mesmos. Mas quando o Senhor pede, que nem Paulo se colocava de joelhos pelos gentios. Ele é prisioneiro de Cristo, e nós? E as causas, que nem eu tenho causas na minha família, que às vezes eu falo: “Senhor, eu não estou vendo.” É por quê? Porque eu não coloquei realmente no joelho. E falou muito o Salmo 133, que os irmãos vivam em união, comunhão, onde a vida, a bênção, a vida e a bênção, as promessas do Senhor dentro do próprio corpo dEle, dentro da igreja. E às vezes a gente fica tão, ficamos tão desapercebidos que isso passa, isso passa, que não damos tanto valor como o Senhor deu, como o Senhor deu. Então, assim, eu aprendi muito ontem. Como sempre, o Senhor nos ensina, nos constrange na presença dEle. No Salmo 139, fala que o Senhor conhece o nosso coração e prova os nossos pensamentos. Então Ele sabe de todas as coisas. E esse estudo que o pastor está dando é fundamental, fundamental, nos leva a conhecer mais a Palavra e a profundidade que o Senhor é mistério. Nós não alcançamos, sabe? Nós não alcançamos profundamente e tem que ter um relacionamento com Deus. Louvo a Deus por isso. Esse relacionamento, quando nós oramos, quando nós lemos a Palavra e o Senhor fala realmente. O Senhor falou grandemente na minha vida por esse, sempre fala. Eu sei que, como Paulo, nós somos prisioneiras de Cristo. Nós temos que estar de joelhos, orando, intercedendo, pedindo, clamando a Deus. Que o Senhor possa fazer o que lhe aprouver nas nossas vidas. Que nós sejamos vasos na mão dEle. Que Ele venha restaurar sua igreja para aquilo que o Senhor quer, aquilo que o Senhor queira fazer, um propósito. É estar de joelhos. É estar de joelhos diante dEle, diante da Palavra, sabe? Então, assim, e aprendemos. Não é a posição, mas é a condição como estamos humildemente chegando no altar. “Senhor, exaltemos aqui. Fala conosco. Qual é a causa que o Senhor, primeiro, qual é a causa que o Senhor quer? Qual é a causa, Senhor? Fala ao nosso coração, fala à Tua igreja.” Ás vezes os nossos problemas são tão pequenos diante de outro, que nem eu falei ontem da Andréia. Que o Senhor, que o Senhor, coloquei essa causa. “Senhor, toma conta do meu irmão e tantos outros ali ontem.” Então eu vi, eu vi, amada. Eu pus ontem ganhar muito, que é colocar essas causas no joelho diante do Pai, diante do Pai, amada. Então, assim, eu aprendi muito foi isso. O Senhor voltou a falar. Nós viemos, temos um propósito. E quando Ele nos chamou para a igreja dEle é para orar e interceder um pelos outros. Não só as causas que cada um conhece, mas pela igreja, a união, a comunhão, bênção que o Senhor derrama, vida. O Senhor é aquele que declara a vida. E ter vida com o Senhor é um relacionamento com Deus. Louvo a Deus, louvo a Deus, porque sabemos que Ele nunca deixou Sua igreja sozinha. Sabemos que o Senhor nos leva a ter comunhão, oração, ler a Palavra. É isso que eu ganhei, amada. É isso que eu ganhei. Se prostrar humildemente, da condição de humildade diante de Deus, e pedir, e orar, né? E orar por aqueles que precisam. A Palavra de Deus fala: “Pedi e dar-se-vos-á, buscai e encontrareis, batei e abrir-se-vos-á.” Porque aquele que pede recebe, o que busca encontra, e o que bate se abre. Então, como a Palavra fala em Mateus 7.7-8, vamos estar humildemente na condição de joelhos, pedindo, pedindo ao Senhor, buscando a Ele, colocando nossas causas, colocando a causa diante de Deus, diante do Senhor, e ter um relacionamento com Ele. Um relacionamento com o Senhor, conforme Mateus 7.7-8. Buscar, vamos buscar. Buscar a presença de Deus, buscar o Senhor. Estar diante dEle com nossas causas.
Josy Hoffman
UMA NOITE NA PRESENÇA DO PAI
O Culto de Oração desta quinta-feira foi marcado por uma experiência preciosa de estar na presença do Senhor, ouvindo os seus ensinamentos. Que privilégio é poder estar na casa do meu Pai! Um lugar onde o coração encontra descanso, onde a fé é renovada e onde podemos sentir a presença de Deus de maneira tão especial. Mais uma vez, pude experimentar o cuidado, o amor e a fidelidade do Senhor. Os Cultos de Oração têm sido uma verdadeira bênção! Tenho visto a mão de Deus agindo naquele lugar, tocando vidas, fortalecendo corações e nos ensinando que, quando nos colocamos de joelhos, Deus começa a agir. E hoje nosso Pr. José Nilton nos trouxe uma Palavra tão edificante e abençoada, que certamente ficará guardada em nossos corações. Senhor, obrigada pelo privilégio de estar na Tua casa, de ouvir a Tua voz e de buscar a Tua presença. Que nunca percamos o desejo de estar aos Teus pés.
“Alegrei-me quando me disseram: Vamos à casa do Senhor.” Salmos 122:1
Toda honra, toda glória e todo louvor sejam dados ao nosso Senhor Jesus!
Noemia Borges
Hoje tivemos um culto maravilhoso nas quintas-feiras deste mês de setembro, com o tema “Por esta causa me coloco de joelhos”. E foi muito edificante a Palavra. E também nós vimos exemplos até mesmo de reis que se colocaram de joelhos. Irmãos, na Bíblia, homens, mulheres que se colocaram diante do Senhor por causas muitas vezes impossíveis, causas que realmente só o Senhor teria como, não é?, resolvendo para esses irmãos, para esses reis. Vimos o rei Davi também, Salomão, vimos Daniel, Esdras também, quando se colocaram. E foi muito bom também aprender, não é?, que quando se fala “Por esta causa me coloco de joelhos”, não só ali estar de joelhos, mas estarmos, não é?, ali com a nossa, realmente, nossa vida ali voltada para o Senhor. Então, esse tema foi bem abordado nesta noite, nesta quinta-feira, dia 10. E, para mim, foi maravilhosa a Palavra, que está sendo um estudo muito edificante.
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